A importância de se desenvolver a autoconfiança na infância

Ter um filho não é tarefa fácil. Sustentar uma família é um grande desafio, sem dúvida. Além de suprir as necessidades básicas como alimentação, moradia e saúde, existem várias outros fatores que fazem os pais serem bem sucedidos na tarefa árdua da criação de um filho. A final eles não vem com manual de instruções. Antes de tudo permita-me revelar a grande missão: Criar filhos que tenham autoconfiança.

A educação tradicional é muito importante para dar condições de seu filho ser bem sucedido na vida. Ela dá a base para desenvolver suas faculdades mentais de forma saudável e de acordo com suas capacidades, de maneira que possa progredir ao longo do tempo. Mas a falha dela é não dar a devida atenção para o desenvolvimento da autoconfiança dos alunos.

Mas só pagar um bom colégio não resolve. É preciso acompanhar de perto a evolução e a capacidade de aprendizado de seus pequeninos. Mas não pára por aí. Observar como seus filhos se comportam frente às adversidades é extremamente importante para o desenvolvimento emocional deles. E isso não é bem trabalhado no ensino tradicional. O estímulo da autoconfiança é essencial para o equilíbrio emocional de uma criança.

É nesse ponto que os pais costumam ignorar. Justamente quando mais deveriam tomar cuidado. Pois é durante a infância que pequenas medidas podem trazer grandes resultados na formação do caráter de uma pessoa. Elas têm o poder de evitar sérios problemas psicológicos que podem os impedir de serem bem sucedidos no que decidirem fazer da vida.

Esporte como gerador de autoconfiança

Saber lidar com suas próprias emoções é o maior legado que você pode deixar para o seu filho. E tem várias maneiras que proporcionar isso. O esporte é um bom aliado nessa tarefa. Faz com que a criança perca a timidez, ganhe autoconfiança, melhore a comunicação, saiba se relacionar com outras em prol de um objetivo comum, ensina a lidar com a frustração quando se perde, e a tirar lições valiosas que irão ajudá-las a conquistar seus sonhos.

autoconfiança na infância

A medida que você ensinar seu filho a ser perseverante, disciplinado e ter confiança em si mesmo, vai ter dado a ele plenas condições de ser bem sucedido no que se propor a fazer. Mas infelizmente os pais não têm esse cuidado. A vida anda muito corrida e o compromisso da provisão daquilo que acham ser essencial para seus filhos fica cada vez mais pesado quando não se sabe o que realmente importa.

Os pais que não se importam com a inteligência emocional de seus filhos, só se interessam em dar conforto, comodidade e o último lançamento do Iphone para seus filhos a fim de suprir sua ausência. Mal sabem que estão prejudicando seus filhos com suas boas intenções. Estão criando uma geração mimada, sensível e que desiste de seus objetivos nos primeiros tropeços. Já as crianças que têm autoconfiança não se deixam abalar por qualquer situação adversa, pelo contrário, são resistentes à críticas, derrotas e perdas.

Conclusão

O indivíduo com autoconfiança e autoestima saudável não perde tempo pensando no que os outros acham a seu respeito e nem se comparando com o que os outros fazem. Ele age e não fica apenas aprendendo e planejando seus passos e alternativas caso algo não dê certo. Ele tem coragem de correr seus próprios riscos e de lidar com as consequências de seus atos. Em resumo: Ele sabe tomar decisões e agir de acordo com elas. São esses indivíduos que os pais devem se empenhar em formar dentro de suas casas.

Ensine seu filho como ter autoconfiança para tomar suas próprias decisões. Assim terá dado a ele a chave do sucesso. Caso você ainda sofra de falta de autoconfiança, acesse o link abaixo e comece a resolver esse problema hoje mesmo.

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Principais causas da desigualdade social no Brasil

É cada vez mais surpreendente a desigualdade social nos dias de hoje. O Brasil está em 10º lugar me concentração de renda conforme dados de 2015 em pesquisa da ONU. O abismo que existe entre os mais ricos e os mais pobres tem diminuído ao longo dos anos, mas ainda assim estamos longe do ideal.

desigualdade social no Brasil

Favela de Paraisópolis.

Esse fato influencia diretamente em vários aspectos de uma sociedade, como saúde, emprego e segurança por exemplo. A concentração de renda, o nível de emprego e o grau de escolaridade são apenas alguns fatores que ajudam a explicar esse cenário de desequilíbrio entre as diferentes classes sociais.

Você pode estar se perguntando: Ok. Mas por que isso acontece? É o que vamos tentar descobrir

#1 Falta de educação pública de qualidade

É amplamente aceito o fato de que a educação tem o poder de transformar e melhorar a vida de qualquer cidadão, principalmente os de origem humilde. São vários os exemplos de pessoas que conseguiram elevar sensivelmente a condição financeira de sua família através do caminho dos estudos.

Com isso, o brasileiro sofre uma carência muito grande de ensino público que lhe possibilite ascender intelectual e profissionalmente. O sucateamento do ensino básico e fundamental das escolas públicas tem empurrado para cada vez mais longe essa escada social tão importante.

A criança que não consegue ler no devido tempo, fica com sua capacidade de analisar, criticar e se expressar prejudicada. E isso a impede tanto de aprender como de desenvolver habilidades essenciais para sua vida escolar, acadêmica e profissional.

#2 Falta de incentivo ao empreendedorismo nas escolas

Como todos sabem, os empresários sempre encabeçam a lista de pessoas mais ricas. Isso porque o empreendedorismo tem o poder de concentrar esforços, dividir tarefas e ganhar escala. Esses fatores combinados levam as empresas a reduzirem custos e aumentarem produtividade e consequentemente seus lucros.

Outro fato comum é que os empreendedores não precisam ter um altíssimo nível de escolaridade para conseguir criar seu próprio negócio e fazê-lo crescer. Isso não quer dizer que seja fácil e nem que não precise estudar para empreender. Longe disso. Empresários costumam ser ávidos leitores e ter uma capacidade analítica invejável.

Quando combinamos esses dois fatores achamos que o empreendedorismo pode ser a solução de muitas pessoas com relação a falta de emprego e oportunidade de ascensão social. De fato, pode ser. Mas a realidade não é assim tão fácil.

As escolas não ensinam e nem estimulam lições e práticas de empreendedorismo. O que é um erro pois boa parte da capacidade de geração de emprego e renda da nossa economia é proveniente das pequenas e médias empresas cujos donos tiveram que aprender tudo sozinho e sem incentivo no sentido tributário, burocrático ou mesmo educacional.

#3 Falta de educação financeira

Por fim, este é o fator que faz mais diferença na vida de uma população pois é o que direciona para onde vão seus recursos e como será o seu futuro. E também é o que menos se vê nas escolas. A criança não tem a mínima noção de como lidar com dinheiro.

As famílias mais ricas conseguem passar suas lições de finanças pessoais quando os pais se atentam para isso. Já as famílias mais pobres têm o exemplo bem próximo, na maioria das vezes do que não deve ser seguido como consumo por impulso, dívidas em cartão de crédito e falta de controle do orçamento. Mas por não ter contato com o exemplo que deve ser seguido acaba repetindo os erros dos pais o que perpetua ou piora o nível de pobreza das gerações futuras.

#Conclusão

Acredito que se houvesse investimento em educação financeira desde o ensino fundamental até o ensino médio pelo menos, os jovens já teriam uma noção básica do que fazer (e não fazer) com seus orçamentos no futuro.

Essa medida por si só contribuiria para a redução da desigualdade social no Brasil. Se combinada com as outras duas medidas citadas acima, o longo caminho da ascensão social, principalmente dos menos favorecidos, pelo menos ficaria mais firme, pavimentado e iluminado.